28.4.10


Macabro regabofe.

Standard & Poor´s baixa cotação de Portugal e Grécia no mesmo dia e cola definitivamente os dois países. (I jornal de 28-04-10, pagina, 17)

Standard & Poor´s (entre outros), com dedicação e malabarismos, tentam justificar e propiciar com sucesso, acções predatórias e especulativas, para que, FMI e Banco Mundial por exemplo, muito poucos, lucrem somas astronómicas com o empobrecimento de milhões.

As continuadas e insistentes acções, de ameaçar e baixar a cotação da Grécia, levou os seus cúmplices, agradecidos, a aumentarem os juros do crédito grego, ao ponto de se tornar impossível à Grécia, cumprir com as suas obrigações.

É um crime o que fazem!

Portugal, Grécia, Espanha e a Irlanda (porque a miserável, vergonhosa e, solidária... U(RS)E, nada fará) deviam em conjunto formular um pedido de prisão e extradição de toda a direcção da Standard & Poor´s, pelo crime de tentativa e consumação (no caso grego), de levar nações ao empobrecimento, e, simultâneamente, ao enriquecimento ilícito, imoral e criminoso até, na proporção inversa, dos seus coniventes.

“A moeda única também foi apanhada na tempestade e caiu para 1,32 dólares.”
http://www.ionline.pt/conteudo/57304-privatizacoes-turbulencia-rouba-500-milhoes-ao-valor-das-accoes-do-estado-na-edp-galp-e-ren

O bom é que o euro caiu. Sempre dá uma ajuda, ténue, às exportações.
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26.4.10


Primeiro lá para as bandas das Américas surgiu um ché.
Como não podia deixar de ser, nós, resolvemos imitar e surgiu o “nosso” primeiro ché, mais conhecido por ser o “pai” da democracia portuguesa. Pelo que se vê da dita, penso que é verdade. Quem sai aos seus não degenera.
Claro que como é costume, não nos contentamos em imitar, esmeramo-nos sempre. Vai daí e;
“O ex-presidente Mário Soares defendeu ontem que Cabo Verde “não deveria ter sido independente” e que o arquipélago “teria muito a ganhar” em ter evitado a separação.”
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=D8B85C2D-B613-4BE4-9FBA-A8D27979489F&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090

Portanto, esmerou-se e... ché-ché

Como não há uma sem duas;
“"Teimamos em não ver", insistiu Cavaco, esse "imenso mar que se estende diante dos nossos olhos". "Que justificação pode existir para que um país que dispõe de tão formidável recurso natural, como é o mar, não o explore em todas as suas vertentes, como o fazem outros países costeiros da Europa?", perguntou o Presidente. "Porque retiram esses países tanto valor e criam tanto emprego com a exploração económica e nós não?"”
http://www.ionline.pt/conteudo/56915-cavaco-25-um-caminho-maritimo-reeleicao-2011

Já está dado o primeiro passo. Já temos ché.
Uma vez que já temos um ché-ché, este certamente vai querer igualar. Vou aguardar, sem ansiedade, a chegada de novas peripécias para poder honradamente chegar a mais um ché.
É que este potencial ché-ché, nº dois, se esquece que quando foi 1º ministro, aceitou o dinheiro da ex-CEE para destruir os barcos, mais as dificuldades que impuseram ao sector, que hoje poderiam estar a explorar o tal potencial do mar de que agora palra. Para não ser fastidioso fico-me por aqui.

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21.4.10

Corrupção: Crime sem castigo

8.4.10


Lá vem calamidade.

“Estudo revela que a falta de provas é a principal causa para as suspeitas de crime não irem a julgamento.”
http://www.ionline.pt/conteudo/54410-boa-parte-dos-processos-corrupcao-arquivados

A corrupção é difícil de provar
Ainda bem. Significa que o cidadão ainda tem alguns dos seus direitos defendidos, não violados ou pervertidos. Que ainda não acontece como naquela coisa a que chamamos de “sistema fiscal”.
Poderá significar (é sempre bom, saudável, duvidarmos destes políticos, pois estão na linha da frente) que não temos uma lei adequada, ou que não há tanta corrupção como por aí alguns papagaios nos querem fazer crer, apregoam. Lembremos novamente o que aconteceu com o “fisco”. O cidadão é que tem de demonstrar a sua inocência de acusações vagas e por demonstrar.
Também há uns anos atrás um estudo revelou que nos 3 primeiros lugares da corrupção estavam os políticos.
O que me preocupa, “Com o diagnóstico feito, o que se pretende numa fase posterior é encontrar soluções, boas práticas, articulação entre as várias entidades e ainda harmonização legislativa para combater a corrupção.” é esta retórica da treta. Novamente temos o exemplo do fisco, que aplica coimas mais baixas do que as custas de um processo em tribunal. Custas que o sócrates duplicou.
Porque se querem encontrar boas práticas, etc, a primeira coisa a fazer é correr com todos estes políticos. O resto é areia para os olhos.

A única forma de acabar com a corrupção é acabar com o ser humano.
Etc,etc.
Novamente, duvido que o bom senso prevaleça.

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