30.7.07

O Despotimo
Uma forma de intimidatória, para que o contribuinte não reclame: - O governo quer que quando um contribuinte reclame ou impugne uma decisão do Fisco, a administração fiscal passe a ter acesso imediato às suas contas bancárias.

Qual é o fundamento desta medida, se não a devassa intimidatória da vida privada das pessoas: - Além disso, quando um contribuinte se atrasa na entrega da declaração anual de IRS, o Fisco passa a ter possibilidade de aceder às contas bancárias do cidadão, sem que este tenha de dar qualquer autorização.

Sinais exteriores de riqueza, dá para tudo: - Outra das alterações aprovadas foi a obrigação do Fisco avisar o Ministério Público sempre que faça uma correcção à matéria colectável de um contribuinte por entender que este tem sinais exteriores de riqueza que não estão de acordo com a sua declaração de rendimentos.

Depois de há cerca de um ano estas alterações terem sido aprovadas em conselho de ministros e após o PS as ter votado favoravelmente na Assembleia da República, no passado dia 17 a Comissão dos Assuntos Constitucionais deu um parecer positivo sobre estas alterações legislativas, concluindo que estavam de acordo com as garantias dos contribuintes.

Tenho sérias dúvidas que as garantias estejam defendidas, ou se estão defendidas é porque já não estão lá, ou há forma de as contornar. O que no fundo vai dar tudo ao mesmo, não são acauteladas / defendidas.

A proposta Aqui

26.7.07

“Portugal disponibliza 65 milhões de euros para Angola”

“... representa um aumento de 20 milhões de euros em relação ao anterior....”

Interessante, se não fosse triste, como alguns maquivélicos disponibilizam o dinheiro, que não é deles, deixando esquecidos os seus necessitados, para entregar a outros, que fanam dos seus necessitados, para proveito próprio. Só resta perguntar, e esse dinheiro vai mesmo chegar aos necessitados?

Pergunta tola

17.7.07

Reduzir o número de abortos é a grande meta

“Em conferência de imprensa, a Direcção-Geral de Saúde (DGS) estimou hoje que se vão realizar anualmente cerca de 20 mil abortos, número que deverá diminuir dentro dos próximos cinco anos.”
Cá estaremos para assistir à redução. Claro que só após o 2º anos é que se pode verificar se há ou não redução.

“No entanto, o director-geral de Saúde salienta que “ao contrário do que tem sido dito, a IVG não foi liberalizada”, sendo apenas legal quando praticada em estabelecimentos com licença para tal. Embora anónima, a notificação também é obrigatória.”
Logorreia, mas isto já nós estamos habituados.


Mais um passo no caminho errado.

16.7.07

Lendo algumas notícias do nossos jornais, sobre as eleições para a câmara municipal de Lisboa.

A anedota não podia ser maior.


Dos 524 mil inscritos só votaram 196 mil, isto é, só votaram 37,39%
Dos 524 mil inscritos, não votaram 328 mil, isto é, não votaram, 62,61%


Dos 196 mil que votaram, distribuíram os seus votos por;
A. Costa, PS 57.907 votos / 29,54%
C. Rodrigues (Independente) 32.734 votos / 16,70%
F. Negrão (PSD) 30855 votos / 15,74%
H. Roseta (Independente) 20.006 votos / 10,21% e etc.


Dos inscritos temos;
A. Costa, PS 57.907 votos / 11,05%
C. Rodrigues (Independente) 32.734 votos / 6,24%
F. Negrão (PSD) 30855 votos / 5,88%
H. Roseta (Independente) 20.006 votos / 3,81% e etc.
A realidade é bem diferente do que aquilo que nos tentam impingir.

A verdade dos números, só demonstra a estrondosa derrota dos políticos, sem excepção, e o descalabro a que os políticos têm levado esta pseudo-democracia. E dos portugueses por abdicarem.

Mas, a verdade última, é que os alfacinhas não se vão poder queixar.


«É o grande sector que falta reformar», considerou Jaime Silva, lembrando que a Europa lidera o mercado mundial do vinho, quer como produtora quer como importadora.

“Jaime Silva estimou que em Portugal abranja 16 a 17 mil hectares, com cálculos baseados na destilação de emergência da produção excedentária, que deixa de ser financiada.”

Se temos, na Europa uma produção excedentária, porque lideramos o mercado mundial em importação? Porque não deixar o mercado funcionar?


Curiosa notícia
Obrigada a ir trabalhar e a estar na cama dentro de um gabinete.

“O que tenho a fazer é solicitar a reforma por invalidez. Aguardo que haja bom senso e justiça e que me a concedam", acrescentou Maria do Carmo Rocha, que promete não desistir da sua luta. E até já escreveu, em Outubro de 2006, a José Sócrates, que através de carta assinada pelo chefe de gabinete, lhe prometeu "prestar a devida atenção".”

Os chefes de gabinetes já não são o que eram. Ocultam informações ao Chefe?



“Portugal acabará por integrar-se na Espanha" José Saramago


“Vive num país que pouco a pouco toma conta da economia portuguesa. Não o incomoda?”
“Acho que é uma situação natural.”

“Política, económica ou culturalmente?”
“... com dez milhões de habitantes teríamos tudo a ganhar em desenvolvimento nesse tipo de aproximação e de integração territorial, administrativa e estrutural.”

“E os portugueses aceitariam a integração?”
“Acho que sim, desde que isso fosse explicado, não é uma cedência nem acabar com um país, continuaria de outra maneira....”

“Mas não pode negar que o olham como um deus...” -Jorna lambe lambe.
“Não diria tanto...” - Não diria tanto? Mas, anda lá perto não é?! Por enquanto ainda só é José Sara Mágo.

Não haviam de lhe ter atribuído o nobel...

13.7.07

“2008 ano em que entra em vigor o novo Sistema Integrado de Avaliação e Gestão do Desempenho da Administração Pública.”

Concordo com o princípio, mas, como a função pública começa no presidente da república e vai por aí abaixo, espero vir a saber como vão ser avaliados, critérios e claro está, como acontece para com o resto dos cidadãos, a punição aplicável em caso de incumprimento.

Tá bem, tá...

-Sr Paulo Portas, diga-me, o que pensa dos políticos e das politicas levadas a cabo nestes últimos, 30 anos?
Diga... áh... pois... julgo que...

11.7.07

O Alberto, a luta, o lutador, e a mulher...???
...ca ganda encherto deves ter levado...



Ai Fróóóóóidi

A LIBERDADE AMEAÇADA
E quanto os candidatos à Câmara de Lisboa se entretêm, amenamente, com chamar-se, uns aos outros, de mentirosos, velhacos e ignorantes, o nosso querido primeiro-ministro é apupado no estádio da Luz. Neste país parece que ninguém gosta de ninguém, e as interpretações torcidas que, de hábito, se fazem destas manifestações sentimentais tendem a considerá-las como "normais em democracia". Na verdade, elas não são, somente, uma necessidade de ordem psicológica e uma representação da incomodidade geral: afirmam a separação absoluta entre dois países no interior de um só.
A confusão entre Estado e indivíduo, singularidade e colectividade, massa e cidadão é propícia à classe dirigente. Alguns afáveis intelectuais pensaram (creio que ainda pensam, se é que pensam) vogar no rumo certo da História e têm apoiado, com sistemático enternecimento, o "socialismo moderno". Em Portugal, esta misteriosa designação tem, actualmente, um visível paladino, José Sócrates, epígono do socialismo de turíbulo, defendido com doçura pelo inesquecível António Guterres.
Ora, em dois anos de "socialismo moderno" acentuou--se a separação entre nós e eles, entre o espírito da História e uma História sem espírito. Duas linguagens diferentes e incompatíveis, cada vez mais contaminadas pelo ódio e pela indiferença, pelo desdém e pela resignação. O novo Estatuto do Jornalista, caucionado por deputados servis, assinala, uma vez ainda, as características destes "socialistas", cujo elevado défice democrático, intelectual, moral, social e cultural causa-nos as maiores preocupações. Subordinar a livre expressão aos critérios de uma decisão que se sobrepõe aos princípios fundamentais da democracia constitui o mais grave atentado, registado depois de Abril, contra a liberdade de informação. Não se trata de uma questão corporativa: é um problema vital.
Está em causa uma normatividade que pretende coagir os jornalistas ao temor e à reverência, e que tende a relegar a liberdade de Imprensa para a lista dos produtos supérfluos. A Conferência Episcopal protesta, porque descobre, tardiamente, o maniqueísmo de tábua rasa de um Governo absolutamente anti-social. Só agora, Igreja? As legislações que nos têm regido (Constituição, Código Penal, Lei de Imprensa) não correspondem a uma visão contemplativa do jornalismo; punem quem prevarica. O Estatuto é um cão-de-guarda.
E o desatino é de tal monta que se chega ao ponto de pedir, encarecidamente, a um Presidente de República, cujo currículo não possui o mais módico vestígio de luta pela liberdade, que vete o Estatuto, cuja natureza agride a expressão do livre pensamento.
Baptista-Bastos escritor e jornalista

10.7.07

”O enorme excedente comercial chinês, que aumentou 74,2% em 2006 para os 177,5 mil milhões de dólares (130,06 mil milhões de euros) tem vindo a causar atritos políticos com os maiores parceiros comerciais do país, em especial os Estados Unidos e a União Europeia.”

Claro que isto é só conversa para inglês ver. Porque quando firmaram os acordos comerciais com a China esta situação era previsível. Quando a China, ainda à pouco tempo, ultrapassou as contas que tinha para exportar para a U.E., o que é que esta fez? Arranjou maneira de contornar a situação para que a China continuasse a exportar.

9.7.07

Boas notícias

“..."ideia sinistra de converter os alimentos em combustível" pode trazer a fome a milhões.”

“...encher o depósito de um 4X4 com etanol exige 200 quilos de milho, suficiente em calorias para sustentar uma pessoa um ano.”

Qual será o objectivo de toda esta publicidade sobre o aquecimento global?

“Numa cerimónia oficial onde a população não teve lugar e só pôde conhecer a construção quatro horas mais tarde, Sócrates...”

Sócrates que democráticamente não gosta de contrariedades e apupos ou assobios, porque ele governa tão bem e em prol deste ingrato povo, democráticamente cagou-se para o povo que mais ordenha, e que por isso nele votou.

“ Ainda assim, a obra não se livra dos protestos de proprietários dos barcos de recreio e cruzeiro,que estão impedidos de cruzar aquelas águas por debaixo da ponte. Questões que, segundo a Brisa, nunca foram apontadas durante o estudo de impacte ambiental.”

Pois é, parece que lá vinham novos assobios

7.7.07

6.7.07

Scientists threatened for “climate denial”
By Tom Harper, Sunday Telegraph
Last Updated:
12:24am GMT 11/03/2007
Scientists who questioned mankind's impact on climate change have received death threats and claim to have been shunned by the scientific community.
They say the debate on global warming has been "hijacked" by a powerful alliance of politicians, scientists and environmentalists who have stifled all questioning about the true environmental impact of carbon dioxide emissions.
Timothy Ball, a former climatology professor at the University of Winnipeg in Canada, has received five deaths threats by email since raising concerns about the degree to which man was affecting climate change.
One of the emails warned that, if he continued to speak out, he would not live to see further global warming.
"Western governments have pumped billions of dollars into careers and institutes and they feel threatened," said the professor.
"I can tolerate being called a sceptic because all scientists should be sceptics, but then they started calling us deniers, with all the connotations of the Holocaust. That is an obscenity. It has got really nasty and personal."
Last week, Professor Ball appeared in The Great Global Warming Swindle, a Channel 4 documentary in which several scientists claimed the theory of man-made global warming had become a "religion", forcing alternative explanations to be ignored.
Richard Lindzen, the professor of Atmospheric Science at Massachusetts Institute of Technology - who also appeared on the documentary - recently claimed: "Scientists who dissent from the alarmism have seen their funds disappear, their work derided, and themselves labelled as industry stooges.
"Consequently, lies about climate change gain credence even when they fly in the face of the science."
Dr Myles Allen, from Oxford University, agreed. He said: "The Green movement has hijacked the issue of climate change. It is ludicrous to suggest the only way to deal with the problem is to start micro managing everyone, which is what environmentalists seem to want to do."
Nigel Calder, a former editor of New Scientist, said: "Governments are trying to achieve unanimity by stifling any scientist who disagrees. Einstein could not have got funding under the present system."

“...start micro managing everyone,...” You got it! It will keep on warming!

Cortar arvores para evitar aquecimento global...

Cortar arvores para evitar aquecimento global ??????????????

Ooops...

O sr Al Gore meteu água? A foto tinha dois anos e foi tirada no verão...? Por isso é que o gelo estava a derreter.
Por favor, alguém quer avisar o sr Al Gore, que o gelo derrete no verão.
E que tal baixar o consumo de electricidade, numa das suas casas, de 1.000$/mês, para a média americana, dez vezes menos?

4.7.07

A U.E.

“7.174 euros por hectare é quanto a Comissão Europeia propõe que se pague aos produtores que aceitem arrancar a respectiva vinha no primeiro ano da entrada em vigor da reforma da Organização Comum de Mercado (OCM) do Vinho. O objectivo é reduzir a superfície total de vinha na União em 200 mil hectares, até 2013.”

Novamente da UE, nem bons ventos nem bons casamentos. Mais uma vez a destruição da capacidade de produção de riqueza.

“... representa uma tentativa de resposta aos novos desafios do mercado vitivinícola, em que além de uma quebra de consumo, a produção europeia se vê confrontada com produtos de qualidade e de preços reduzidos oriundos de outras zonas do globo, como os Estados Unidos, América do Sul, Austrália e África do Sul.”

A qualidade mínima tem um preço, a partir daí não há qualidade que resista. Áh já me esquecia, com trabalho escravo é possível baixar ainda mais os preços.

“A palavra de ordem é, por isso, produzir menos vinho, mas melhor vinho e, de preferência, a preços mais competitivos.”

A palavra de ordem é, vender-nos “veneno” numa linda embalagem.

“... a conclusão e aprovação definitiva desta reforma poderá acontecer até ao final deste ano o que, a confirmar-se, contribuiria para enriquecer o currículo da presidência portuguesa da União.”

Que tanga! Até fede!


Já a partir de sexta-feira

Transportadora angolana proibida de voar no espaço aéreo europeu.”

Uma possível resposta idiota e triste, porque Portugal não tem qualquer influência ou peso decisório na UE.

Já agora, e este dejecto a publicitar os filmes europeus. Por isso é que não os vejo.

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