10.4.06

Manipulex baratex.
Expresso 12:02 9 Abril 2006
Barómetro SIC/ Expresso/ Rádio Renascença«Simplex» aprovado pelos portugueses.
Depois do Governo socialista e Sócrates conquistarem boa nota, é a vez do «Simplex» ser considerado útil pelos inquiridos. Estes são os resultados do Barómetro Eurosondagem realizado para a SIC, Expresso e Rádio Renascença.
Há duas semanas o primeiro-ministro José Sócrates anunciou 333 medidas de desburocratização do Estado. Três quartos dos portugueses (67, 3%) consideram que o «Simplex» é, efectivamente, útil. Uma maioria igualmente significativa (40,4%) atribui uma credibilidade razoável à generalidade das políticas apresentadas pelo Governo.
Do lado negativo, está a proposta do PS para introduzir o sistema de quotas para as mulheres na eleição de cargos políticos, com 47% dos inquiridos a dizer que não concorda, e a proposta de revisão do Código Penal que prevê substituir a prisão de titulares de cargos políticos pela suspensão temporária de exercício do cargo. 51, 7% dos inquiridos considera-a um privilégio injustificado.
A sondagem, realizada pela Eurosondagem para o EXPRESSO, SIC e Rádio Renascença, foi efectuada de 30 de Março a 2 de Abril e teve por objecto a intenção de voto e 19 perguntas de carácter geral. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone.

7.4.06

Foto gentilmente fanada da revista Visão.

A lenda ou a lenga?


It is by the goodness of God that in our country we have those three unspeakably precious things: freedom of speech, freedom of conscience, and the prudence never to practice either of them.
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http://dn.sapo.pt/2006/04/07/internacional/charles_pasqua_cada_mais_cercado_pel.html
Charles Pasqua, antigo ministro do Interior francês (1986-88 e 1993-95), está a ser investigado judicialmente no âmbito do programa "Petróleo por Alimentos", nomeadamente por "tráfico de influências agravado". Pasqua, alegando que o objectivo principal da magistratura francesa é atingir politicamente o Presidente Jacques Chirac, de quem foi dos mais fiéis aliados, protesta a sua inocência. Fê-lo durante hora e meia, em Paris, numa audiência presidida pelo juiz Philippe Courroye.Senador, representando a região parisiense de Hauts-de-Seine desde 2004, Pasqua, de 78 anos, beneficia do regime de imunidade parlamentar, o que, em princípio, o afastará do banco dos réus, a despeito de algumas fontes garantirem que foi das personalidades francesas que mais lucraram com as irregularidades aquele programa da ONU (troca de alimentos por petróleo iraquiano), em vigor entre 1996 e 2003.
Juiz vedeta da magistratura francesa nesta espécie de "operação mãos limpas", Philippe Courroye tenta deslindar o alegado envolvimento de personalidades francesas no tráfico de influências cimentado por Saddam Hussein.
Na lista, para além de Pasqua, constam os nomes de um antigo secretário-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Serge Boidevaix, e do antigo embaixador francês nas Nações Unidas, Jean-Bernard Mérimée. E, ainda, de Bernard Guillet, ex-conselheiro diplomático de Charles Pasqua.
Nesta missão, Courroye tentará fazer luz sobre as críticas, sobretudo vindas do outro lado do Atlântico, que colocam Paris no epicentro da resistência à invasão do Iraque, em Março de 2003, alegadamente por via dessas ligações perigosas mantidas durante os anos em que vigorou o embargo internacional a Bagdad.
Na verdade, porém, e de acordo com o relator da comissão internacional entretanto criada pela ONU, Paul Vocker, antigo presidente do Banco Central Americano, essa "rede" não terá tido fronteiras, abrangendo mais de 2200 empresas em mais de 60 países. Empresas como a Toyotta e a Renault, por exemplo, num total de 172 de origem francesa. Uma e outra terão "empolado" as trocas comerciais com Saddam Hussein em sete milhões de 6,6 milhões de dólares, respectivamente, em troca de bónus petrolíferos.
Verdadeiro maná, o programa da ONU, que envolveu verbas no valor de 64 mil milhões de dólares, terá permitido ao regime de Saddam embolsar avultadas quantias, transformando-se num escândalo à escala internacional.
Próximos passos: Courroye, que entrou em contacto directo com Volcker em 2005, tenciona agora visitar Bagdad, enquanto Pasqua, que, em 2001, já foi investigado por "encobrimento de abuso de bens sociais" e "tráfico de influência" num caso de tráfico de armas para Angola ( o "Angolagate") vai interpor recurso.

6.4.06

Correio da Manhã 06-04-06
De acordo com Euclides Dâmaso, director do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Coimbra, “em Portugal a corrupção progride e intercepta cada vez mais níveis diversos da Administração e do aparelho do Estado”, acrescentando que “boa parte da economia portuguesa flui no mercado paralelo”.
...A intenção da Unidade de Missão para a Reforma Penal de substituir as penas de prisão até três anos aplicadas aos políticos e titulares de cargos públicos acusados de crimes de corrupção por uma suspensão temporária de funções entre os dois e os cinco anos.
“Trata-se de uma decisão que causa alguma preocupação e que vai contra as exigências fixadas pelas Nações Unidas”, afirmou Euclides Dâmaso, adiantando ainda “que poderá ir contra as exigências definidas na Convenção de Palermo contra o crime transnacional que Portugal já ratificou”.
...de “optimizar a eficácia das medidas de detecção e de repressão” face à criminalidade económica e à corrupção, o que não se realizaria “com a suspensão de penas aos políticos”.
...preconiza “um melhoramento do controlo dos rendimentos dos titulares de cargos políticos e do financiamento das campanhas eleitorais, de forma a torná-las menos permeáveis a todo o tipo de infracções”, defendendo a criação de um organismo “independente” do Estado para executar políticas de prevenção contra a criminalidade económica.

As más leis são a pior espécie de tirania.
Edmund Burke
Autoridades das Molucas querem cooperar com Portugal.
O arquipélago indonésio das Molucas quer reatar os contactos com Portugal, interrompidos há mais de 400 anos, para recuperar o seu património histórico de influência portuguesa, disse à Lusa hoje o embaixador de Portugal em Jacarta.
José Santos Braga visitou várias ilhas das Molucas entre os passados dias 27 e 30 de Março, no que constituiu a primeira deslocação oficial de um representante do Estado português nos últimos 400 anos.
A deslocação, a convite das autoridades regionais e locais do arquipélago, permitiu identificar «a urgência da preservação do legado português, traduzido em especial em ruínas de fortalezas, objectos de armaria e de culto religioso, música e dança e ainda num extenso rol de palavras de origem portuguesa ainda em uso».
«A importância daquele legado é tanto mais estranha quanto a presença intensa dos Portugueses no arquipélago das Molucas, em busca de especiarias, se estendeu apenas por um pouco menos de um século, a partir de 1512», disse José Santos Braga.
As autoridades locais das Molucas sublinharam a importância da avaliação do património de origem portuguesa, e deram como exemplo a regular descoberta de objectos ligados ao período da presença portuguesa.
Um exemplo dessas descobertas é um canhão Bocarro, de forma alongada e rico em ornamentos, retirado recentemente do fundo do mar, a 200 metros da ilha de Tidore.
José Santos Braga acrescentou que os projectos que serão apresentados ao Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), municípios, fundações e empresas portuguesas, «contemplarão, além da inventariação e de propostas de preservação do património português, a construção ou reabilitação, partilhada com as autoridades locais e com fundos da União Europeia, de um pequeno conjunto de infra- estruturas que poderão, de forma imediata, elevar a qualidade de vida nas pequenas povoações contíguas aos vestígios da presença portuguesa».
Diário Digital / Lusa 02-04-2006 14:15:00

5.4.06

E lá diz o brocardo árabe.
Quem não sabe e sabe que não sabe, é humilde. Ensina-o.
Expresso 05-04-06
As coisas que se lêem...
“O presidente angolano disse ter ficado «bastante impressionado com as convicções fortes» do primeiro-ministro português...”
-Já somos três, o sr E. dos Santos, eu e o sr Sócrates.
“«as discussões francas e profundas sobre vários assuntos» se estenderam à situação política na Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe e República do Congo.”
-Óóóó... esqueceram-se do enclave de Cabinda... foi por lápso...fica para a próxima! É minha forte convicção!
“Sócrates Insistiu ainda na «confiança de Portugal nas instituições angolanas...»”
-Hum... será que vai investir em Angola?

Expresso 5-04-06
A circular, assinada pela directora-geral da Administração da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, de 30 de Março intitulada «Comunicação de situações anómalas», que obriga os funcionários judiciais a pedir autorização para proferir declarações sobre «matérias de serviço».
Helena Mesquita Ribeiro disse ao CM que a circular tem apenas como objectivo «melhorar a organização interna dos serviços» e «clarificar competências».
-A ordem é sempre bem vinda.
A circular refere também que os secretários de Justiça estão proibidos de autorizar as captações de imagens no interior dos tribunais
O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Cluny, «Qualquer actividade dentro do tribunal só pode ser autorizada pelo respectivo juiz-presidente»
-Andará alguém baralhado? Claro que não! Mas a impressão que estas duas frazes deixam é muito má.

4.4.06

O advogado de Carlos Cruz, Serra Lopes, não acredita que as vítimas da casa pia tenham ficado traumatizadas com os abusos sexuais.
Acrescentando; “as pessoas que se profissionalizam na mais velha profissão do mundo não ficam com grandes traumas por isso”.
Isto por causa das declarações do psiquiatra Álvaro de Carvalho, que ontem em tribunal, defendeu que os jovens que acompanha dificilmente mentiriam em relação aos abusos e aos abusadores.
O advogado classificou a tese do psiquiatra como uma monstruosidade. ( sic on line)

Sem comentários
.
Depois do governo não ter dado o dinheiro necessário ao funcionamento adequado da PJ, e ter tentado retirar da alçada da PJ os contactos com a interpol e Europol, tentando passá-lo para a esfera da presidência do conselho de ministros, vários dirigentes da PJ ameaçaram demitir-se (em bloco).
Apenas o responsável pelo combate ao crime económico, José Mouraz Lopes, acompanhou a saída de Santos Cabral. (homenagem se lhes faça, a palavra é coisa rara).
Na mão deste, curiosamente, seguia o livro Deserto do Mal - que deu origem ao filme Syriana, que conta a história de um agente da CIA cuja carreira terminou em desgraça devido a complexos jogos políticos internacionais.(DN)
"Entendo que o exercício destas funções e a dignidade que elas comporta pressupõe que exista uma relação de confiança institucional. Entendo que essa relação não existia neste momento", afirmou Santos Cabral.(DN)
Santos Cabral não terá chegado a apresentar o pedido de demissão, uma vez que Alberto Costa antecipou-se e deu-lhe a conhecer o despacho conjunto (DN).
Mas o que mais incomodou o ministro foi o facto de a posição pública da Direcção da PJ evidenciar dúvidas sobre a conduta e poder do próprio Alberto Costa, no seio do Governo (JN)... Ai que melindres, lá lhe caem os penantes.

24.3.06

Para continuar a ler.
http://www.balkanalysis.com/modules.php?name=News&file=article&sid=624

Expresso 24-02-06
Governo vai relançar a regionalização
O Governo vai agora «reestruturar os ministérios e serviços em função das regiões-plano» e, «estando a regionalização concretizada no terreno, será dado o passo seguinte, já sem dor, para traduzi-la sob a forma de lei», esclareceu o presidente do PS/Viseu.
«O que se submeterá a referendo na próxima legislatura é um modelo que já está no terreno», reforçou o vice-presidente da bancada parlamentar do PS...

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Primeiro faz-se e só depois é que se referenda? Não será esta acção anti-constitucional?
Já sem dor ? Ou com custos elevadíssimos para todos, se o resultado do referendo for contrário às opções já executadas?

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José Junqueiro congratulou-se com a actual estratégia do Governo, frisando que o executivo liderado por José Sócrates «aposta em começar por baixo e não por cima, como no passado».
Ou aposta em começar enviesado?
DN
Horácio Costa, antigo vereador da Câmara de Felgueiras e arguido no processo do "saco azul", admitiu, em declarações ao DN, arrolar José Sócrates como testemunha para o julgamento. ...
..."em devido tempo" enviou "cartas a José Sócrates e Jorge Coelho a denunciar a situação do alegado 'saco azul' da Câmara de Felgueiras. Por isso, o actual primeiro-ministro poderá esclarecer em tribunal qual o rumo que deu a tais missivas."
"Quando José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, Fátima Felgueiras era presidente da câmara e terão ocorrido coisas com aterros sanitários que ela sabe e poderá fazer uso."
Expresso
«Seria bom que certas pessoas da direcção do PS fossem chamadas a dizer porque é que nada fizeram face às denúncias que lhes fiz»,
...enquanto a um «alto magistrado apanhado nas escutas telefónicas em conversas para favorecer Fátima Felgueiras» nada aconteceu.
Parece que também o sr A. Guterres, na altura 1º Ministro, foi avisado.



Pensamentos e olhares ternos
--Sinto-me agarrado...
--Da minha mão, já eles não saem...

23.3.06

Copiado da página;
www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/6559/index.html


Mas um dia, trabalhava Salazar na preparação do seu segundo orçamento, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recebeu do Embaixador de Inglaterra um documento secreto: a cópia de uma «nota enviada pela S.D.N. ao Governo de Sua Magestade Britânica, em que se dizia profundamente impressionada pela forma como o Ministro das Finanças de Portugal estava a resolver o problema da administração daquele país e se recusava a renovar o pedido de empréstimo de 12 milhões de libras que vinha sendo solicitado pelos Governos anteriores. Que esta recusa colocava aquele Organismo Internacional em posição de desprestígio e desprimor, porque oferecera a Portugal novas e mais fáceis garantias. Nestas condições, rogava ao Governo de Sua Magestade Britânica se dignasse promover, junto daquele Governo, a renovação do pedido de empréstimo, oferecendo o seu valimento na S. D. N.».
Um dos peritos enviados a Lisboa pela Sociedade das Nações em princípios de 1928 era o sr. Jacques Rueff. Tivemos ocasião de conhecê-lo vinte e cinco anos depois, já presidente da Sociedade Política de Paris, presidente do Instituto Internacional de Estatística, presidente do Tribunal da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, membro do Instituto de França...

Falámos sobre o tal pedido de empréstimo. Jacques Rueff era de opinião de que tínhamos feito muito bem em recusá-lo. E explicava: - O remédio devia o país procurá-lo dentro de si, em vez de tentar trazê-lo de fora. Era preciso que alguém dentro do país resolvesse o problema financeiro, criando através dessa resolução as possibilidades de fazer o resto. Além do que foi uma lição para outros países: mostrou que era tecnicamente possível resolver a crise com os recursos próprios e que é essencial fazer uma boa administração.

20.3.06

No Expresso 20-03-06
«A decisão que tomei, e que muitos governos tomaram, foi baseada em informações que tínhamos recebido e que, depois, não foram confirmadas: que havia armas de destruição maciça» no Iraque, disse Barroso no programa «Le Grand Jury» LCI-RTL-Le Fígaro.
«Tínhamos documentos que nos foram dados. Foi com base nessas informações que tomámos aquela decisão».
«A História fará o balanço - ponderou ainda - Era qualquer coisa de muito difícil para toda a Europa. A Europa estava dividida e eu prefiro dizer que, agora, estamos unidos, tentando fazer o nosso melhor para estabilizar tanto quanto possível o Iraque e a região».
Há três anos, Bush, Blair e Aznar comprometeram-se a «aprovar uma administração apropriada para o período do pós-conflito no Iraque», assegurando que «toda a presença militar» seria «temporária» e destinada a «encorajar a segurança e a supressão das armas de destruição maciça».
A ser verdade.

-A decisão que tomei e que muitos governos tomaram-
Interessante falar nos outros, será para tentar desculpar-se da decisão que tomou?
-Foi baseada em informações que tinhamos recebido, e que, depois não foram confirmadas-
Então, mas, informações deste género, que um governo recolhe são duvidosas, as suas fontes não são fidedignas? Mesmo que essas informações sejam fidedignas, não se confirma?
Quando se tomam decisões destas, não se pensa, analisa, bem e sériamente o assunto?
-A história fará o balanço...-
É verdade, a história não faz só o balanço das acções dos grandes.
-«aprovar uma administração apropriada para...-
Alguém é capaz de me explicar o que é esta "administração apropriada"? E para quem?

Cada vez mais me convenço, que para ocupar altos cargos da nação, não é preciso ter muita coisa. Começo mesmo é a acreditar, que o que é preciso ter, é muito pouca.


16.3.06

Quanto não vale ser Independente.
O sono revigorante, já não é o que era.

6.3.06


A maquina politica triunfa porque é uma minoria unida que actua contra uma maioria dividida.
Will Durant

16.2.06

Expresso 16-02-06
Sobre o sr. M. Soares
Decidiu-se pelo abandono do território de Timor-Leste, em 1976, deixando o país de portas abertas para a invasão de tropas indonésias, o que provocou a morte de mais de 250.000 habitantes timorenses.
Campeonato

Euro-Árabe (?)

J.N. 16-02-06
“Estamos a pensar num mecanismo de direitos humanos que garanta o respeito pelas religiões com a ajuda das Nações Unidas”, afirmou Solana, após um encontro com o rei Abdallah II da Jordânia.
--Ai, ai, pensei que isso já existisse. Será que os Árabes sempre vão impor a sua lei, a sua vontade?


Expresso 16-02-06
França acusa Irão de ter um programa nuclear «clandestino»
Philippe Douste-Blasy, ministro dos negócios estrangeiros francês, numa entrevista á TV France 2
Ás tantas sai com esta pérola, ...«Não são só os europeus, é a França, a Alemanha e os Britânicos. Mas também a Rússia e a China»
--Temos Russos, Chineses, Europeus, e, Europeus não Europeus (?) como os Franceses, Alemães e Britânicos... ok!
Expresso 16-02-06
Alberto Costa
Ministro quer criar comissão para acompanhar escutas telefónicas
... criação de uma comissão especializada junto do conselho superior da magistratura (CSM) para «acompanhar do ponto de vista técnico a questão das escutas telefónicas»... «que seria integrada por um representante do presidente da república, um representante do parlamento e um juiz». (do ponto de vista técnico?... Técnico? Um representante do presidente da república e um representante do parlamento?)
...«que é um processo de razoável complexidade»... «uma fonte de atropelos e de problemas graves». (Porque será?)
...«determinação rigorosa de quem pode ser alvo de escutas». (Será este o ponto de vista técnico?)
...«não se encontra hoje delimitada em rigor nas leis penais» pois muitas vezes as pessoas pensam que «só os arguidos e suspeitos é que podem ser visados» pelas escutas, quando na prática acaba por não ser assim. (Porquê?)
...governo sugeriu...«tratamento diferente para diferentes situações», propondo soluções diversas consoante as entidades envolvidas e as profissões que tenham ou não contacto directo com o processo. (?)
(E para rematar) ...«interesse fundamental» para os cidadãos e para a democracia.

15.2.06

Expresso on-line de 15-02-06
Sr. Durão Barroso “A liberdade de expressão não é negociável”
Sr. Anders Fogh Rasmussen “ Encontramo-nos no maior desafio de politica externa que a Dinamarca enfrenta desde a II Guerra Mundial” “Uma tarefa considerável” “Não vemos a solução ao virar da esquina”
Sr. Roberto Calderoli, da Liga do Norte, anunciou que mandou fazer T-shirts, com as imagens das caricaturas de Maomé que causaram todas estas polémicas. Que não pretende ser uma provocação, mas um convite ao diálogo verdadeiro.

As coisas que se lêem.

14.2.06

Em debate organizado pela Universidade Católica Juristas defendem direito à blasfémia
Expresso 14-02-06
O conceito de liberdade de expressão abarca o direito à blasfémia, defenderam hoje especialistas em direito penal e em direito constitucional da Universidade Católica de Lisboa, num debate sobre a perspectiva jurídica da polémica sobre os «cartoones»de Maomé.
A iniciativa foi promovida por Rui Medeiros, professor associado, e pelos assistentes Jorge Pereira da Silva, Pedro Garcia Marques e Gonçalo Matias debater com jornalistas o objectivo de enquadrar juridicamente a polémica sobre as caricaturas.
Baseando-se na jurisprudência, o penalista Pedro Garcia Marques considerou que a liberdade de expressão deve ser defendida independentemente do conteúdo da mensagem ou da reputação de quem a difunde. (jurisprudência com razões que o bom senso desconhece?)
Jorge Pereira da Silva, constitucionalista, considerou que, tratando-se de caricaturas, é preciso ter em conta que a linguagem que lhes é própria é necessariamente satírica e implica a liberdade de criação cultural, que goza de uma ainda maior amplitude.
Frisando sempre que a avaliação dos limites à liberdade de expressão é relativa e varia de país para país, Pereira da Silva e Rui Medeiros, também constitucionalista, consideraram que a liberdade de expressão é fundamental, enquanto princípio estruturante da democracia, mas não é ilimitada.
Os limites à liberdade de expressão têm de ser sempre definidos para a protecção de outros direitos importantes e constitucionalmente garantidos - direito à identidade, ao bom nome, à vida privada, entre outros -, mas a avaliação do respeito por esses limites, defenderam, deve ser sempre ponderada caso a caso (não vá o Diabo tecê-las) e «contida» para não abrir caminho à censura.
«Neste caso, os limites dificilmente terão sido violados», considerou Rui Medeiros. (Como convém?)
Os especialistas sublinharam ainda a necessidade de a liberdade de expressão dispor daquilo a que os norte-americanos chamam «breathing space», ou espaço para respirar, o que significa que ela não pode ser exercida «num clima de pressão que leve à auto censura».


Criação cultural? Estas caricaturas de Maomé?

Criação s.f.
Acto ou efeito de criar; invenção; obra; produção; educação e sustento dado por alguém; igualdade, origem, nascimento; etc
Cultura s.f.
Conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores morais e materiais, característicos de uma sociedade; etc.

Artigo 251 Ultraje por motivo de crença religiosa:
Quem publicamente ofender outra pessoa ou dela escarnecer em razão da sua crença ou função religiosa, por forma adequada perturbar a paz pública, é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 120 dias... (colaboração involuntária do sr C.M.R.)

Mais um cozinhado?
Só falta saber o direito a humilhar
.
J.N. 14-02-06
Ekmeleddin Ihsanoglun, por seu lado, manifestou o desejo de ver a UE combater “a islamofobia” através de legislação específica a aprovar pelo Parlamento Europeu.
(Era só o que faltava, por causa de interesses obscuros e libertinagem, haver limitações á liberdade. )

... Wolfgang Schuessel, presidente em exercício da U.E. Condenou ontem a publicação de uma caricatura sobre o holocausto... O “mau uso dos símbolos” e a violação de tabus como o holocausto devem der “condenados”... (Aproveitamento!?)


Sr. D. Barroso Expresso 14-2-06
... liberdade de expressão é um “valor fundamental”... ( direito a desafiar, blasfemar e humilhar, é liberdade de expressão? Não confundir com libertinagem ou interesses ocultos) “é melhor publicar de mais do que não ter liberdade”... (não tem nada a haver com as caricaturas, porque me parece que se está a tentar criar, através das reacções árabes, um sentimento anti-árabe no ocidente, porque razão?)
Anders Fogh Rasdmussen 1º ministro Dinamarquês
“Nem o governo nem o povo dinamarquês podem ser considerados responsáveis pelo que é publicado por um jornal livre e independente” (pura mentira, qualquer governo é responsável pelos seus cidadãos e seus actos), sublinhou, salientando que nem o governo nem o povo dinamarquês “tiveram alguma vez a intenção de insultar os muçulmanos” ( misturar alhos com bugalhos pode ser perigoso, misturar a atitude de um povo com a atitude de uns quantos, é errado).
Parece-me que se está a tentar criar confusão.

13.2.06

Ainda não percebi por que razão a Dinamarca continua a deixar-se arrastar nesta situação.
Porque razão o governo Dinamarquês não pegou já nestes srs tão desempoeirados, com tantos direitos a desfiar, blasfemar e humilhar e lhes faz uma proposta do tipo; Meus srs ou nos contam o que se passa, quem vos encomendou o serviço, etc, e a história tem de ser consistente e credível, ou envia-mo-vos até um país Árabe para lá poderem explicar a vossa fanfarronice e os vossos direitos.
O governo Dinamarquês submeter o resto dos cidadãos Dinamarqueses a boicotes e vexames não me parece correcto.
A não ser que hajam razões que a razão desconhece...

11.2.06

Sr. Kofi Annan
“ A liberdade de expressão não é uma licença. É vinculativa no respectivo exercício responsável e consciente. E, muito sinceramente, não percebo por que razão qualquer editor publicará um cartoon, neste momento, que possa inflamar e pôr achas na fogueira”.
Não é a sua responsabilidade, superior à de uns caricaturistas e respectivo jornal? Por isso sr. K. Anan, a imparcialidade não é uma licença. É vinculativa no respectivo exercício responsável e consciente.
Será que se “esqueceu”, ou foi mal “aconselhado”?
Quanto ás achas na fogueira, pois só os idiotas o fazem e só os idiotas reagem, quiçá para benefícios de outros.

10.2.06


TSF 05-02-06
Liga árabe responde ás caricaturas de Maomé com desenhos anti-semitas.
A iniciativa faz parte de uma "campanha" lançada na sexta-feira, dia em que anunciou a «publicação sistemática de desenhos atrevidos» para «romper tabus e cruzar todas as linhas vermelhas», numa referência às caricaturas de Maomé.Na sua página na Internet, a organização publica um desenho de Hitler deitado na cama com Anne Frank, um símbolo judaico do Holocausto, e uma segunda imagem que questiona o extermínio de judeus.«Depois da lição que árabes e muçulmanos receberam dos europeus sobre liberdade de expressão e tolerância e depois de muitos diários europeus voltarem a publicar as caricaturas dinamarquesas do profeta Maomé, a Liga decidiu entrar no negócio das imagens e fazer uso do seu direito à expressão artística», refere a organização.«Tal como os diários europeus asseguram que apenas querem defender a liberdade de expressão e estigmatizar os muçulmanos, nós também destacamos que os nossos desenhos não pretendem ser uma ofensa a ninguém e não devem ser encarados como uma declaração contra nenhumgrupo, comunidade ou acontecimento histórico», acrescenta.A Liga Árabe Europeia auto-denomina-se como «um movimento social e político para a defesa dos direitos das comunidades árabes e muçulmanas na Europa e, em geral, das causas árabes». Fundada por, Dyad Abu Jahjah, conta com cerca de 5000 associados na Bélgica.
- Uma acção idiota, merece uma reacção igualmente idiota?
-Com a publicação de desenhos que a liga árabe fez e fará, não estará a legitimar outras imagens?
-A imagem de intolerância, radicalismo e a brutal ameaça de morte para quem ofende o profeta, em nada favorece os líderes árabes muito menos a religião islâmica. O que seria se se ofendesse Alá? Estaríamos já em guerra com alguém?
-A oferta de 100kg de ouro para quem matar os idiotas dos cartonistas, não seriam melhor aplicados na criação de condições de vidas dos próprios árabes? Será que os que passam fome concordam com esta acção?

10-2-06 J.N.
O líder do movimento xiita radical libanês Hezbollah, o xeque Hassan Nasrallah, instava o Parlamento Europeu a aprovar "uma lei que proíba os atentados contra as religiões e os seus valores sagrados".
-Era só o que faltava!!

"Há uma polarização de dois campos, uma instrumentalização doentia, e seremos todos nós a pagar o preço", acrescentou Ramadan, professor da Universidade de Oxford.
-Haja bom senso!

9.2.06


"Se eles se inclinam à paz, inclina-te tu também a ela, e encomenda-te a Deus, pois Ele é oniouvinte e sapíentíssimo".
Durante o decurso da história, milhares de seres humanos pereceram em guerras e perseguições. Cabe a vocês decidirem se o número de mortos na balança histórica penderá para o lado da religião ou para o lado dos regimes totalitários, das guerrilhas, das ideologias mentirosas e anti-religiosas. Analisem a religião com base na verdadeira vontade de Deus, e não com base na vontade de grupos fanáticos.
8ª surata, versículo 61
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Rui Camacho J.N. “Terrorismo também se faz sem bombas”
“... Mas sempre reconheci que a liberdade de imprensa envolve alguns riscos o de ultrapassar os seus limites éticos, o de esquecer o bom senso e, o mais grave, de ser instrumentalizada por interesses alheios aos próprios media. Com a caricatura do profeta, o jornal dinamarquês cometeu não tanto o pecado de ultrapassar quaisquer limites, mas o erro de ter fornecido um instrumento de agitação às forças promotoras das violentas manifestações anti-ocidentais no mundo islâmico que, quase cinco meses após a publicação, serão tudo menos espontâneas. Não só com bombas se faz o terrorismo.”
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Vicente Jorge Silva D.N. “Caricaturas de Maomé e caricaturas da democracia”
Está claro que as caricaturas do profeta não passam de um mero pretexto nesta história, por mais evidente que seja a irresponsabilidade imbecil do jornal dinamarquês que começou por reivindicar em editorial o direito de "desafiar, blasfemar e humilhar" e acabou, de rabo entre as pernas, pedindo perdão pela ofensa às crenças islâmicas.
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Parece-me que os responsáveis pelo jornal Dinamarquês não levaram em conta outros detalhes.
Esqueceram-se que há valores que cantam mais alto, mais poderosos que as irreverências juvenis.
1º- Parece que os Iranianos queriam (ou querem?) acabar com as suas vendas de petróleo em Dólares e passá-las para Euros (passaríamos a ter também PetroEuros), sendo esta moeda muito querida para os Europeus, qual seria a reacção a esperar? Para consumo interno a condenação das reacções, para consumo externo o caixote do lixo é a nova morada dos direitos humanos (aliás nunca de lá saiu, Tibete, para além de outros).
2º- E/ou criar um centro de venda de petróleo no Irão. Ora sendo o Irão um dos maiores produtores de petróleo, que consequências isto traria para o equilíbrio dos mercados petrolíferos, e os Árabes qual o mercado que escolheriam para negociar os seu petróleo?
3º- É também por de mais evidente que a “União” Europeia é uma miragem, que os Árabes não desconhecem. E foi com tiro certeiro que o sr. Ahmadinejad, presidente do Irão afirmou; "É preciso rever e anular os contratos económicos com os países que começaram este acto detestável e os que os seguiram".
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Jornal Dinamarquês Jyllands Posten, pela 2ª vês pede desculpas aos muçulmanos pela publicação das caricaturas. “ Pedimos desculpa pelo grande mal entendido gerado pela publicação das caricaturas que apresentaram o profeta Maomé e alimentou sentimentos belicosos face à Dinamarca.”
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Pois bem, parece que os responsáveis pelo jornal Dinamarquês, pegaram na sua fanfarronice e a jogaram pela janela fora, pegaram na viola e meteram-na no saco, no rabo e meteram-no entre as pernas e andam á procura de um buraquito para se esconderem... ou, será que a esta hora, já têm a vidinha bem governada?
Entretanto em França surgiu outro jornal de peito inchado com novos desafios. Esperemos que o peito inchado não seja por causa de uma inflamaçãosita, ou a se fazerem á vidita, por interesses obscuros.
Próximos capítulos virão.

8.2.06

Sete rosas, sete dias, sete beijos junto ao mar, são sete rosas vermelhas, macias, rubras cerejas escondidas nalgum olhar.
É odor da maresia, gaivotas a esvoaçar, procuram portos distantes, voos breves, oscilantes, escutam sereias cantantes que não param de tentar.
A melodia das ondas seu vaivém de embalar são sete rosas na areia onde a luz da lua cheia as pretende ofuscar.
Há muitas vidas paridas na minha pátria a chorar, nesta pátria adormecida, outrora rejuvenescida por heróis desconhecidos, crescidos a navegar.
São sete rosas vermelhas, sangue rubro a gotejar , são as feridas de um povo que já deixou de lutar.
Poema que gentilmente me enviaram.
Impossível descer mais!

Que crime hediondo terá cometido esta pobre criança, para merecer esta barbárica e cruel tortura?

Quando psicóticos (sem ofensa aos outros) chegam ao poder, a barbárie e a crueldade saem á rua!

Mas...que dizer dos outros líderes mundiais que , apoiam, negoceiam e suportam estes psicopatas?

Indescritível... inqualificável ! !

Fotos copiadas do blog "ouro-sobre-estrelas. blogspot.com"

Comunicado do ministro dos Negócios Estrangeiros.

Portugal lamenta e discorda da publicação de desenhos e/ou caricaturas que ofendem as crenças ou a sensibilidade religiosa dos povos muçulmanos.
A liberdade de expressão, como aliás todas as liberdades, tem como principal limite o dever de respeitar as liberdades e direitos dos outros.
Entre essas outras liberdades e direitos a respeitar está, manifestamente, a liberdade religiosa - que compreende o direito de ter ou não ter religião e, tendo religião, o direito de ver respeitados os símbolos fundamentais da religião que se professa.
Para os católicos esses símbolos são as figuras de Cristo e da sua Mãe, a Virgem Maria. Para os muçulmanos um dos principais símbolos é a figura do Profeta Maomé.
Todos os que professam essas religiões têm direito a que tais símbolos e figuras sejam respeitados.
A liberdade sem limites não é liberdade, mas licenciosidade.
O que se passou recentemente nesta matéria em alguns países europeus é lamentável porque incita a uma inaceitável 'guerra de religiões' ainda por cima sabendo-se que as três religiões monoteístas (cristã, muçulmana e hebraica) descendem todas do mesmo profeta, Abraão.
Diogo Freitas do Amaral
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Sr Ministro haverá mais alguma coisa que nós (o zé povinho) não sabemos? É que fica mal condenar uma má acção e não condenar uma má reacção!

10-02-06

"... porque incita a uma guerra de religiões" (?)
-A guerra de religiões agradece-lhe o contributo.
-Na Dinamarca, como em qualquer país democrático, os tribunais estão preparados para julgar entre outras coisas, os casos de ofensas e incitamentos á violência, portanto, deixe-mo-los actuar.
-Quem é ofendido ou incitado tem também (ou devia de ter, é uma condição humana), a capacidade de avaliação, sendo arrastado para a violência se assim o quiser.


Esperemos que a Europa não queira partilhar a opinião de Vladimir Lenin:

“É verdade que a liberdade é preciosa, tão preciosa, que tem de ser cuidadosamente racionada”

2.2.06


Governo Português aumenta o imposto sobre o tabaco.
Sabe sempre bem mais uns trocos para gastar mal gastos como sempre os governos Portugueses fizeram e fazem, e fica muito bem a ideia de combater um mal que é o fumar, o politicamente correcto.
As tabaqueiras Americanas e Espanholas entram em guerra e baixam o preço do tabaco, que chega a custar até menos um euro em Espanha que em Portugal.
Autoridades Portuguesas estimam que as percas fiscais provocadas pelo contrabando poderão ir de 60 a 90 milhões de euros.
Para já hehehehehe...

1.2.06

"Os homens de todo mundo, matam outros homens para forjar uma reputação, construir impérios pessoais e aumentar a sua capacidade de acesso às mulheres."
Michael P. Ghiglieri
(Antropólogo)

25.1.06


ONU (ou será, Ó nú)
Ultimo escândalo- Iraq-Alimentos por petróleo
Agora mais um escândalo na ONU (Expresso)
Aluguer de um helicóptero em Timor, compra de angares no Congo que nunca foram usados, compra de combustíveis não necessários.
Mas, piora!
Relatório acusa membros das missões de paz de ONU de estarem envolvidos em chantagem sexual e uso de menores para fins sexuais.
Para descomprimir é necessário de vez enquanto abrir a tampa do penico.
E... se fede!

19.1.06


Diário Digital 19-1-06
A França reserva-se o direito de usar armas «não convencionais», nomeadamente nucleares, contra qualquer Estado que recorra a meios «terroristas» para a atacar, declarou hoje o presidente francês, Jacques Chirac.
(Sr. J. Chirac informa tambem que dá alvíssaras a quem encontrar o juízo, perdido algures em França.)

18.1.06

FUUUUU...
Ai Jasus... se nã ganho...
esgatanho-me todo.

16.1.06

Sr. Sampaio: "Empresas que não pagam impostos devem fechar."

Quando não se percebe nada do que se está a falar, fica-se assim...

na dúvida (?)

Será mais um... ?

13.1.06



Esta foto foi-me enviada por um desinformador da PJ, com o seguinte comentário.
“Prova bastante elucidativa de onde e como os nossos ilustres se piram... ops, desculpem, vão arejar... tirar férias... meditar sobre as injustiças da vida, quando injustiçados pela justiça Portuguesa.
O nosso ultimo ilustre inadvertidamente esqueceu-se da luva ( dizem as más línguas que foi por causa das pressas), por isso teve der ir para um sítio mais ameno ( o que causou grande transtorno), não fosse a manita congelar.
O tal desinformador acrescenta que não houve fugas de informação, por isso não vai haver inquérito, mas, que a ilustre personagem possui uma bola de cristal, obtendo por esse meio as informações sobre o seu mandato.”
No programa Prós e Contras (10-10-05).
Correcção feita pelo sr. M. Beleza a um jornalista, quando este disse que o sr C. Silva tinha sido o único a pôr ordem nas finanças públicas:
"Desculpe discordar de si, é muito novo e não sabe, mas o último a pôr ordem ordem nas finanças publicas foi o Estado Novo ..."
Maldito azeite!
Iraque
Serviços secretos Alemães cooperaram com os Americanos na guerra do Iraque, ajudando a localizar objectivos a bombardear.
A cooperação foi decidida em 2002, ainda antes da guerra, e foi aprovada pela chancelaria de Berlim.
Ouvi dizer que os bombardeamentos eram de ajuda humanitária...
Ouvi dizer que há Franceses a tremer, por causa do frio...
Processo Casa Pia
Veio hoje a publico, que os telefones do Presidente da Republica, 1º Ministro, presidente do Tribunal Constitucional, Presidente da Assembleia da Republica, foram analisadas, pelo Ministério Público.
O Ministério Público controlou 80 mil chamadas feitas de nº privados, entre Dezembro de 2001 e Maio de 2002, de 208 telefones privados, a maior parte confidenciais.
Chamadas feitas para o nº privado do PR, sr J. Sampaio, no palácio de Belém, para políticos e magistrados, sobretudo do Supremo Tribunal de Justiça.
Procurador Geral da Republica diz; Notícia contem elementos extremamente graves.
No processo da Casa Pia encontram-se os nomes dos srs J. Sampaio, S. Moura, M. Soares, A. Guterres, (sem legitimação aparente segundo a TSF on line)
.
No Diario Digital
O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, Carlos Anjos, afirmou hoje que é norma a PJ, o Ministério Público e os juízes saberem a quem pertencem os números de telefone sob investigação.
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.Hefestion (comentou no expresso on line)
Pergunto ao vento que passa
Que nomes ficaram por revelar!
E o vento diz-me: Desgraça,
Não os podemos imputar!
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Segredos Democráticos.

12.1.06

E foi neste estado que ficou o Francisquinho quando mais uma vez lhe disseram; ...É pena mas o seu adversário já ganhou...
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20 minutos depois tentou novamente mas...

Não, embora de boca aberta, não se babava, era falta de ar.

O báá báá é que era o mesmo.


É triste quando um homem morre longe da sua pátria, mas, mais triste é, quando não deixa testemunho de nela querer o eterno repouso.

11.1.06


E que tal mudar de ração?
Não vá criar azia, ou a falta ou excesso de vitaminas dar em seborreia...

Ou algo mais doloroso...

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